Como funciona o crédito rural na Alemanha?
Neste artigo de Klaus Hollenberg, do Rentenbank, são apresentados o sistema bancário e as estruturas de financiamento da agricultura alemã, o papel dos bancos de fomento e os instrumentos de apoio à política agrícola da União Europeia e da Alemanha.
Adicionalmente, são apresentados o setor rural e a indústria alimentícia alemã, que são altamente produtivos, desenvolvidos e fortemente entrelaçados com a indústria e o comércio. Nos últimos 15 anos, a agricultura alemã aumentou continuamente seus investimentos e conta hoje com uma a alta intensidade de capital.
Este é um bom panorama, apresentado por um especialista de longa data e importante player na promoção do financiamento agrícola alemão.
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Na Alemanha há uma ampla percepção na sociedade de que a redução do consumo de carne se faz necessária para promover uma alimentação sustentável, reduzir da produção de gases de efeito estufa, promover o bem-estar animal e preservar a biodiversidade.
Este artigo de Urs Moesenfechtel e Sebastian Elze é resultado da cooperação entre o Diálogo Agropolítico Brasil-Alemanha (APD) com o Centro Alemão de Pesquisa em Biomassa (DBFZ, sigla em alemão).
Neste artigo de Silvio Andrae descreve e analisa as discussões políticas e científicas na Alemanha e na União Europeia sobre abordagens inovadoras para o financiamento agrícola levando em consideração critérios de sustentabilidade.
Este artigo de Silvio Andrae descreve e analisa o debate político e científico na Alemanha sobre o instrumento “Pagamentos por Serviços Ambientais” (PSA) realizado no âmbito do Diálogo Agropolítico Brasil Alemanha – APD.
Em junho de 2021 a União Europeia (EU) chegou a um acordo para estabelecer novas diretrizes para a nova fase da Política Agrícola Comum (PAC) de 2023 a 2027. Novos formatos de gestão e de monitoramento visam melhorar o foco, a coerência e o direcionamento das intervenções da política agrícola da UE.
Nos últimos anos no Brasil, o debate em torno da
A soja é uma das fontes mais importantes de matéria-prima proteica e bioenergética, mas sua produção está frequentemente associada a impactos negativos como o desmatamento e a perda da biodiversidade.
O Brasil pode contribuir para aumentar o nível de transparência do mercado de soja, não só pelo fato de ser um dos maiores exportadores, mas também porque possui uma ótima base de dados para rastrear e acompanhar a produção.